segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

CURSO FÉ - LIÇÃO 12: REALIZANDO A OBRA DE DEUS - 1°PARTE

Entre aqueles que se declaram cristãos é grande o número de pessoas que vivem mal, constituindo-se num péssimo exemplo para o Evangelho; pois, como alguém poderá dar crédito à promessa de vida abundante trazida por Jesus, se aqueles que garantem que vivem debaixo de Sua graça demonstram que a vida abundante não é real. Ela é ou não é real? Pelas promessas bíblicas, sim; pelo viver de muitos, parece que não.

De quem é a culpa? Às vezes a culpa é da própria pessoa. Ela vive desleixadamente sem querer aprender o que a Palavra fala sobre a sua posição em Cristo, não assumindo os seus direitos como membro da família do Senhor.

A culpa pode cair também sobre os pregadores que não ensinam a Verdade (muitos ensinam teologia). Devemos aceitar, ainda, que a culpa pode estar em alguns casos nas pessoas que fizeram as traduções das Sagradas Escrituras. Se bem que temos que reconhecer que eles tentaram fazer o melhor e, de modo geral, foram felizes na obra que realizaram.

Mas, muitos pontos importantes foram traduzidos de um modo meio torcido, e por isso bênçãos têm sido perdidas. É o caso de João 14.13, que já temos estudado bastante neste Curso Fé, em que foi traduzido da seguinte maneira: E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei. Segundo esta tradução qualquer um pode se convencer de que basta pedir a bênção que ela lhe seja concedida. Mas, a verdade é bem outra: conhecemos muitos que vivem pedindo e nada recebem. A razão é que Jesus não falou pedir no sentido que nós conhecemos por pedir e sim determinar, exigir, mandar,

Também é o caso da cura do cego registrada em João 9. Os versículos 3 e 4 foram traduzidos deste modo:

Jesus respondeu: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus. Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.

Se esta tradução fosse correta poderíamos acreditar que existem pessoas que nascem cegas, aleijadas e que passam a vida sofrendo para que algum dia nelas se manifestem as obras de Deus. Seguindo este raciocínio, alguém poderia argumentar que Deus não é amor; pois, Ele permite que pessoas nasçam defeituosas e vivam sofrendo, sendo privadas da visão, audição, voz e de outras funções só para que algum dia elas venham a ser curadas e Ele receba a glória. Isto não parece esquisito? Isto é horrível! Este não pode ser o caráter do nosso Deus.

---Continua---

Um comentário:

  1. Boa tarde estimado e querido Felipe,

    Li duas vezes o texto postado e houve afrmações, que não entendi, como aquela do cego.
    Bem te digo eu, que a Bíblia ou melhor, as traduções, que foram feitas não são rigoroas. São as possíveis, e isso os Teólogos, muito têm estudado, debatido.
    Pedir ao Pai, não é só pedir, é DETERMINAR, EXIGIR (confuso e autoritário esse modo de enfrentar a realidade divina).
    Eu já aprendi, que jesus morreu para nos salvar, e portanto a parte dele está feita.
    Mas tanta infelicidade! Não determinamos e não conseguimos afastar Satanás das nossa vidas. Pensei bem?

    Beijos de muita luz.

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